Blog do Robson

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domingo, 22 de janeiro de 2017

Apresentação de ginasta russa deixa jurado perplexo na França

Com vocês, a bela e talentosa Daria Kondakova

Ex- ator da Globo sofre um enfarto aos 30 anos em São Paulo


Felipe Titto tranquilizou os fãs nas redes sociais: "Nóes é zikaaaa!
 "imagem: Reprodução/Snapchat

Felipe Titto sofreu um Ataque Agudo do Miocárdio na manhã deste domingo (22). O ator, de 30 anos, está internado no Hospital São Luiz, no Morumbi, em São Paulo, mas passa bem.

Por volta das 16h, o próprio Felipe tranquilizou os fãs em seu perfil no Snapchat com uma foto na cama de hospital na UTI. "Deu ruim, mas nós é zika!", escreveu.

O hospital São Luiz confirmou a internação do astro, mas não informou o estado de saúde do ator atendendo um pedido da família de Titto.
Fonte: Uol

Hospital Walfredo Gurgel esclarece boato sobre invasão de criminosos na unidade

Veja abaixo:

ERRATA

Bom dia a todos. Esta rolando uma mensagem pelas redes sociais de que o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel está sendo invadido por criminosos para resgatar membros do PCC que estariam internados naquela unidade hospitalar. ISTO É MENTIRA!!!. Por favor, aqueles que recebem esta mensagem, não repassem. Antes de propagar qualquer informação recebida, tentem checar com os veículos de comunicação da cidade. Obrigado desde já.

Atenciosamente
Assessoria de imprensa do HMWG
Fonte: Blog do BG

Proposta de reforma, que inclui criação de três impostos, deve ser apresentada em fevereiro

Na promessa do presidente Michel Temer de priorizar em 2017 a aprovação de uma reforma tributária, a Câmara dos Deputados possivelmente em fevereiro já prepara uma proposta radical de mudança na forma de cobrança de impostos e contribuições sociais pelo governo federal, Estados e municípios

O projeto prevê a extinção de sete tributos federais (IPI, IOF, CSLL, PIS, Pasep, Cofins e salário-educação), do ICMS (estadual) e do ISS (municipal). Em troca, seriam criados outros três: o Imposto sobre Valor Agregado (IVA), o Imposto Seletivo e a Contribuição Social sobre Operações e Movimentações Financeiras.

Esse último seria uma espécie de CPMF. A nova contribuição seria usada para permitir a redução das alíquotas da contribuição previdenciária paga pelas empresas e trabalhadores. Remédios e alimentos teriam tributação reduzida.

O projeto também prevê a criação de um SuperFisco estadual responsável pelo IVA, que incidiria sobre o consumo de qualquer produto e serviço, semelhante ao modelo europeu. A Receita Federal cobraria o Imposto Seletivo, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, energia, telecomunicações e transportes.
Por Robson Pires

Ônibus de turismo com passageiros do Piauí é metralhado no RN

Cerca de 36 passageiros, entre adultos e crianças do município de Floriano no Piauí que estavam em um ônibus de turismo, passaram por um grande susto quando o veículo atravessava o Estado do Rio Grande do Norte. Eles foram abordados por assaltantes que metralharam o ônibus e deixaram o motorista ferido. Nenhum passageiro foi atingido pelos disparos.

Em entrevista ao Piauí TV, o motorista Moisés Barbosa relatou os momentos de tensão durante a abordagem dos bandidos. Ele seguia viagem com outro ônibus. A parte frontal do ônibus ficou repleta de marcas de tiros.

“Só eu que fui atingido, as outras pessoas correram risco, mas todos se esconderam atrás das cadeiras, mas a destruição no ônibus foi grande, janelas quebradas, foi o maior desastre”, disse.

Na entrevista, o motorista conta que está na profissão há 35 anos, ele conta que já está pensando em mudar de ramo.

Fonte: Nova Cruz oficial/Robson Pires

Segundo UOL, em Alcaçuz os presos controlam chaves de pavilhão e até entrada de comida

Do UOL

Todos os dias, a empresa contratada para fornecer alimentação aos cerca de 1.300 detentos deixa as quentinhas na portaria da penitenciária de Alcaçuz. Naquele momento, agentes chamam um preso, conhecido como “pagador”, que tem um carrinho já preparado para levar os alimentos aos colegas. Sim, são os presos que distribuem a comida entre si –podendo decidir, inclusive, quem se alimenta.

Essa é só uma das rotinas que mostram o domínio dos presos na penitenciária de Nísia Floresta (na Grande Natal), onde, no dia 14 de janeiro, houve um massacre com pelo menos 26 mortes de detentos.

O UOL ouviu por uma semana relatos de agentes, presos, advogados e autoridades sobre como era o presídio antes do massacre.

Em março de 2015, uma rebelião destruiu quatro dos cinco pavilhões. Desde então, os agentes não entram mais na unidade para serviços.
“Quem é que entra com os presos todos soltos para entregar comida? Isso ocorre por falta de segurança. Sem contar que isso não é nosso serviço. Nossa missão é manter a ordem e a segurança na unidade. Os presos que estão lá ganham remissão de pena pelo serviço”, explica a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio Grande do Norte, Vilma Batista.

Segundo ela, há um número reduzido de agentes de plantão: antes do massacre do dia 14, eram seis na escala. Agora, com o agravamento da crise, esse número subiu.

Ela conta ainda que os agentes têm um limite de acesso. “Os presos estão soltos, e a gente não tem acesso às áreas. Só quando vem reforço é que a gente faz uma intervenção. O limite de acesso é antes do portão”, afirma.

Isso interfere também quando há necessidade de um advogado conversar com um preso. “Quando precisamos conversar com um preso, vamos até um guichê de atendimento. Lá, vou a um agente do administrativo, que procura saber em que pavilhão ele está. Você pega esse papel e leva a um agente, que chama um preso chaveiro geral. Ele pega o papelzinho, vai correndo ao pavilhão e, quando chega nas proximidades, chama outro preso chaveiro, que no pavilhão começa a gritar para chamar o preso”, conta o advogado e coordenador estadual do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, Gabriel Bulhões.

“Ele vem, então, até a porta do pavilhão, e o chaveiro abre e o tira. Então, vem com o outro chaveiro até o rol de Alcaçuz, quando ele deixa o complexo”, complementa.

Os presos pagadores são jurados de morte por outros detentos por prestarem serviço ao Estado. Por isso, eles ficam em outra acomodação separada.

Ações fracassadas
A versão de que os presos estão soltos é confirmada pelo Estado, Ministério Público e Justiça. O juiz da Vara de Execuções Penais de Natal, Henrique Baltazar afirma que o Estado até tentou reconstruir o que houve de destruição, mas fracassou.

“Em março de 2015, quando houve as grandes rebeliões, o Estado disse que ia reconstruir, gastar R$ 8 milhões. Deixei claro que era dinheiro jogado fora, porque iam quebrar tudo de novo. Colocar grades em cela que cabiam oito, mas tinha 20? Era óbvio que iam arrebentar. O dinheiro foi quase todo perdido. Se for recuperar agora, vai acontecer o mesmo”, disse.

Com os presos no controle, o MP (Ministério Público) acredita que houve um fortalecimento das facções.

“Já faz 22 meses que tivemos a pior rebelião de Alcaçuz. Tudo foi quebrado, apenas o pavilhão 5 era inteiro –e agora é o mais depredado. Desde março de 2015 que está tudo fora de controle nos demais pavilhões, que os presos ficam soltos e não se recolhem as celas. Assim, as lideranças do crime exercem sua ditadura sobre os demais presos. Se não resolvermos isso, não resolveremos o problema”, afirma o Procurador-Geral de Justiça, Rinaldo Reis.

Lá dentro, segundo apurou o UOL, presos de facções cobram “mensalidades”. O PCC, por exemplo, cobra valores e faz rifas rotineiras com intuito de arrecadar fundos. Já o Sindicato do Crime tem um “caixa”, em que cada detento ligado a ela é obrigado a pagar R$ 50 mensais.

Problemas estruturais
O pesquisador e coordenador do Obvio (Observatório da Violência Letal Intencional), ligado à Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Ivênio Hermes, explica que além dos problemas causados pelo domínio dos presos, há outros estruturais que tornam ainda mais difícil a existência da unidade.

O presídio é dividido em cinco pavilhões, sendo que o último deles, o 5, é independente e chamado de penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga. Mas o prédio fica dentro do complexo, separado de outros pavilhões apenas por um portão –que foi destruído no sábado. Ele abrigava pessoas do PCC (Primeiro Comando da Capital).

“Alcaçuz tem 10 guaritas, mas apenas nove funcionam. Dessas, só cinco estão sendo utilizadas porque as outras não possuem condições de um homem subir. E elas não se comunicam entre si. Os guariteiros [policiais que ficam nas guaritas] não podem caminhar pelo muro para fazer a segurança do perímetro. Há um ponto cego, onde não há guarita, e faz com que uma parte inteira do presídio seja local de fugas”, explica.

Além disso, o projeto executado seria diferente daquele pensado no início. Um exemplo foi a localização da obra, construída sob dunas móveis. Em 1998, conta uma moradora da região, o local onde Alcaçuz foi erguido era o ponto mais alto da região. Hoje, há várias outras dunas mais altas, que permitem a visão completa da penitenciária.

“O piso não é de concreto, e assim é fácil fazer escavações. Os pavilhões são de alvenaria, tijolo, que são facilmente quebráveis. Não há como fixar grades corretamente. Sem contar que um dos lados fica muito próximo da comunidade e permite que pessoas lancem para dentro qualquer material”, explica Hermes, que também é engenheiro civil.

Ações do governo
A principal ideia do governo para acabar com a guerra de facções –até a construção de novos presídios– é erguer um muro para separar os detentos de grupos opostos. A obra teve início nesse sábado (22).

O governador Robinson Faria (PSD) afirmou que não tem como meta reformar Alcaçuz e pretende acabar com a unidade após a construção dos três presídios previstos.

Já sobre a falta de pessoal, o governo anunciou que vai contratar 700 agentes penitenciários provisórios. A medida, porém, é criticada pelo sindicato da categoria, que planeja uma greve em protesto contra a medida.
Por Heitor Gregório

Polícia Civil abre inquérito contra 17 por rebeliões em Alcaçuz e ataques

Suspeitos foram presos e inquéritos foram abertos, informou a polícia.

Muro de contêineres começou a ser construído para separar facções.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte informou neste domingo (22) que 17 pessoas foram presas por envolvimento direto ou indireto nos atos dentro e fora da Penitenciária de Alcaçuz dede o início das rebeliões que começaram no sábado (14). Dois adolescentes também foram apreendidos. Em todos os casos foram abertos inquéritos policiais, informou a Polícia Civil.

A Polícia Civil cita entre os presos cinco chefes de uma facção criminosa que já estavam em Alcaçuz e foram retirados do presídio na segunda-feira (16). Eles teriam liderado a rebelião que resultou na morte de pelo menos 26 detentos. Eles podem responder por 26 homicídios, além de dano ao patrimônio público, lesão corporal, vilipêndio de cadáver e organização criminosa.

Outros 12 foram presos em ações distintas, ligadas a ataques e outras ocorrências. Um deles, por gravar e divulgar vídeo com ameaças à sociedade e a policiais. Dois homens e um adolescente foram detidos sob suspeita de planejar ataques na cidade de Parelhas.

Foram presos outro suspeito de atear fogo na garagem da prefeitura de São Paulo do Potengi e três por atirar contra um ônibus que estava no terminal do Parque dos Coqueiros, Zona Norte de Natal.

A polícia também afirma que um foragido da penitenciária de Alcaçuz foi preso em flagrante por roubo e um jovem foi detido tentando arremessar munições para dentro do presídio. Mais um suspeito foi preso por ter participado de um incêndio que atingiu três ônibus em Barra de Maxaranguape.

Na quarta-feira (18), policiais civis de Parelhas, com o apoio da Polícia Militar, prenderam dois homens e dois adolescentes com drogas, gasolina e uma arma. Eles são suspeitos de planejar ataques criminosos contra prédios públicos a partir de ordens partidas de dentro do sistema prisional. Uma das prisões foi feita pela Força Nacional e outras três por guardas municipais.
Em Alcaçuz, muro feito de contêineres tem a primeira fileira pronta; uma segunda ainda será erguida sobre a base (Foto: Fred Carvalho/G1)

Muro

Está pronta a primeira fileira do muro feito com contêineres – estrutura improvisada para separar as duas facções criminosas que disputam o poder dentro da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior presídio do Rio Grande do Norte. Uma segunda fileira, posta sobre a base, deverá ser feita ainda neste domingo (22). Apesar da separação, os detentos permanecem soltos pela unidade.

Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal. Foi lá, no fim de semana passado, que pelo menos 26 detentos foram mortos durante a invasão de um pavilhão. Na quinta (19), após novo enfrentamento, muitos presos ficaram feridos. A PM confirma que há novos mortos dentro da unidade, mas não informou o número. Neste sábado, enquanto os contêineres eram posicionados, equipes do Instituto Técnico de Perícia (Itep) encontraram e recolheram duas cabeças, um antebraço, um braço e uma perna.

Para a Polícia Militar, a missão de separar os presos com o muro objetiva "preservar vidas". Foi o que disse o comandante geral da corporação, coronel André Azevedo, em entrevista no final da tarde do sábado após a primeira fileira de contêineres ficar pronta. Apesar disso, os detentos permanecem soltos e armados.

Durante a missão deste sábado, os presos ficaram confinados nos pavilhões 1 e 5, onde os policiais militares não entraram e não foi feita varredura pelos peritos do Itep. No pavilhão 1, ficaram isolados detentos que pertencem à facção Sindicato do RN. No pavilhão 5, membros do PCC.

Ainda durante a entrevista, o comandante destacou que caçambas recolheram uma grande quantidade de entulhos e muitas barras de ferro que eram usadas como armas pelos presos. Mas, não deu prazo para que o Estado faça uma intervenção em busca de armas de fogo e armas brancas.

Do G1 RN

Incrições para o Sisu começam na terça-feira; consulta já pode ser feita no site

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)Arquivo/Agência Brasil

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana, do dia 24 ao dia 27 de janeiro. As vagas já estão disponíveis e os estudantes podem aproveitar o final de semana para pesquisar as melhores opções.

A consulta pode ser feita no site do Sisu por curso, instituição e município. Ao todo, são 238.397 vagas 131 instituições públicas.

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.

Nota de corte 

Após a abertura das inscrições, uma vez por dia, são divulgadas ao notas de corte de cada um dos cursos, tanto pelo sistema universal quanto pelo sistema de cotas.

O candidato também pode consultar, em seu boletim, a sua classificação parcial na opção de curso escolhido. Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados. No boletim de acompanhamento, o candidato pode consultar sua classificação e o resultado final. Ao longo do período de inscrição, o candidato pode mudar as opções de curso.

O Ministério da Educação (MEC) ressalta que o tanto a classificação parcial quanto a nota de corte são calculadas a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Portanto, são apenas uma referência, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada.

O resultado será divulgado no dia 30. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro. Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular para as vagas poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.
Da Agência Brasil

Com 33 artigos alterados em 2016, Código Brasileiro de Trânsito completa 19 anos

Com 33 artigos alterados em 2016, o Código Brasileiro de Trânsito (CTB), que entrou em vigor em 21 de janeiro de 1998, completa hoje (22) 19 anos. Com o intuito de regulamentar as atividades de planejamento, administração, licenciamento de veículos, formação, habilitação e educação de condutores e futuros condutores, a legislação de trânsito brasileira está cada vez mais rigorosa.

A adequação mais recente foi em 1° de novembro do ano passado, quando entrou em vigor a Lei Federal 13.281 que, dentre outras medidas que visam a diminuir o número de acidentes e de vítimas do trânsito, reajustou o valor das multas.

A punição para infração leve subiu de R$ 53,20 para R$ 88,38 e para infração média, de R$ 85,13 para R$ 130,16. Os valores cobrados de quem comete infração grave e gravíssima também subiram. No primeiro caso de R$ 127,69 para R$ 195,23 e no segundo de R$ 191,54 para R$ 293,47.

Além disso, a classificação de algumas infrações também mudou. O uso de celular ao volante, até então considerada média com multa e perda de quatro pontos na carteira, tornou-se infração gravíssima com perda de sete pontos.

A recusa em fazer o teste do bafômetro, que não era considerada infração, passou a ser infração gravíssima, com o valor multiplicado por 10. Ou seja, quem não fizer o teste poderá ser autuado em R$ 2.930. O motorista também terá a habilitação apreendida pelo prazo de 12 meses.

No entanto, para o Coordenador-Geral de Educação do Denatran, Francisco Garonce, apesar do esforço em adaptar e modernizar a legislação, ainda há muito trabalho a ser feito para tornar as vias do país seguras.

"O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) tem atuado em diversas frentes, que vão desde o apoio a campanhas educativas e ações para melhorar os processos de formação de condutores até ações voltadas para a segurança nas estradas, nas ruas e nos próprios veículos”, diz Garonce.

Da Agência Brasil

Chuva causa pontos de alagamento na Grande Natal

Avenidas de Natal tem vários pontos de alagamento. STTU orienta que os motoristas tenham atenção redobrada durante o período de chuva
A chuva que vem caindo em Natal desde as primeiras horas da manhã deste domingo (22) deixa pontos de alagamento na cidade.

Em tradicionais ruas como avenida Afonso Pena vários trechos estão alagados.O mesmo acontece no cruzamento da Rua Mossoró, na zona Leste de Natal.

Já na zona Sul, próximo a Avenida da Integração também alagou . A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) orienta que os motoristas tenham atenção redobrada durante o período de chuva.

Segundo informações da Climatempo o domingo será de períodos nublado, com chuva a qualquer hora. A capital do Rio Grande do Norte registra 23 graus nesta tarde.
Fonte: Agora RN

OS PARABÉNS DO BLOG HOJE É PARA A QUERIDA AMIGA ALBANIR MELO

HOJE O DIA ESTÁ MAIS ILUMINADO POIS MINHA QUERIDA AMIGA ALBANIR MELO ESTÁ APAGANDO AS VELINHAS, PARABÉNS ALBANIR QUE ESTA DATA SE REPITA POR MUITOS ANOS E QUE JESUS TE ABENÇOE SEMPRE COM MUITA SAÚDE.

QUERO QUE SAIBAS QUE SOU MUITO FELIZ POR TER AMIGOS TÃO ESPECIAIS QUANTO VOCÊ, SUA ALEGRIA CONTAGIANTE, IRRADIA OS AMBIENTES PASSANDO UMA ENERGIA POSITIVA PARA AS PESSOAS.

ROBSON FREITAS E FAMÍLIA

A PREFEITURA MUNICIPAL DE TANGARÁ CONVIDA TODOS OS TANGARAENSES A PARTICIPAREM DA ABERTURA DA 34ª COPA VERÃO DE FUTSAL 2017

A Prefeitura Municipal de Tangará tem a honra de convidar todos os tangaraenses a participarem da 34ª COPA VERÃO DE FUTSAL 2017 promovida pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, com o apoio total da Prefeitura Municipal de Tangará, que realizar-se-á no período de 23/01 à 10/02/2017, no Ginásio Poliesportivo Senador Carlos Alberto de Souza, horário do evento: a partir das 19h.

Amanhã segunda-feira (23), acontecerá a abertura do evento às 19h00, às 19h15min jogará Matadouro X Bad Boys e às 20h10min Russinha X União.

Contamos com a presença de todos para abrilhantar este evento.

Segue abaixo a tabela detalhando todos os jogos: 



sábado, 21 de janeiro de 2017

Estelionatários aplicam golpes em prefeituras se passando pelo TCE

Estelionatários estão ligando para prefeituras e órgãos públicos e solicitando depósitos bancários se identificando como funcionários do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e até por conselheiros. Em virtude disso, a Corte de Contas emitiu nota alertando para o golpe, que segundo reforçou, é antigo e alvo de investigação, prisões e condenações.

Leia a nota:
O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte reforça o alerta para que prefeituras municipais e demais órgãos e gestores públicos fiquem atentos a ligações telefônicas de pessoas desconhecidas solicitando depósitos bancários por suposto pedido de membros desta Corte ou mesmo se passando por eles. O alerta se dá especialmente pela reincidência desse tipo de golpe que, apesar das recentes prisões e condenações de estelionatários, continua registrando ocorrências e, consequentemente, sendo alvo de investigação policial.
Fonte: Novo Jornal

Governo do RN inicia fixação de contêineres para separar pavilhões em Alcaçuz

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte iniciou, na manhã deste sábado (21), a colocação de contêineres para separação das facções envolvidas na rebelião ocorrida na Penitenciária Estadual de Alcaçuz. O trabalho de inserção dos blocos foi acompanhado por equipes do Batalhão de Choque, da Polícia Militar, que contou ainda com o reforço do blindado da tropa. 

Os contentores dividirão os pavilhões 1, 2 e 3 dos pavilhões 4 e 5. A instalação dos contêineres, cada um com 12 metros, é provisória, uma vez que um muro de concreto de 90 metros de extensão será erguido no pátio do presídio. A construção do muro de concreto levará 15 dias, com a colocação de blocos de seis metros de altura que deixarão a estrutura no mesmo nível que o muro da penitenciária.

Também pela manhã deste sábado, o Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) destacou três equipes de perícia e duas de medicina legal para fazer uma varredura no local em busca de possíveis corpos.

SESED/ASSECOM RN
Ivanízio Ramos/ASSECOM

Itep identificou 22 corpos de detentos de Alcaçuz

Instituto ainda deve fazer o reconhecimento de outros quatro presos, mas número pode aumentar.
Equipes do Itep entraram novamente na Penitenciária de Alcaçuz neste sábado para procurar por outros corpos de detentos.

O Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) já identificou 21 dos 26 corpos recolhidos pelo órgão até o momento da Penitenciária Estadual de Alcaçuz. Todos foram identificados através de exame de papiloscopia, que realiza a comparação de impressões digitais.

Neste sábado (21), equipes do instituto foram até a Penitenciária Estadual de Alcaçuz para realizar uma nova procura por corpos. Existe a suspeita que outros detentos tenha morrido durante os confrontos que ocorreram no decorrer da semana.
Os corpos foram identificados como Jefferson Pedroza Cardozo, George Santos de Lima Júnior, Willian Anden Santos de Souza, Antônio Barbosa do Nascimento Neto, Carlos Clayton Paixão da Silva, Jonas Victor de Barros Nascimento, Marcos Aurélio Costa do Nascimento, Anderson Barbalho da Silva, Cícero Israel de Santana, Marlon Pietro da Silva Nascimento, Eduardo dos Reis, Jefferson Souza dos Santos, Felipe Rene Silva de Oliveira, Charmon Chagas da Silva, Diego Felipe Pereira da Silva, Anderson Mateus Félix dos Santos, Luiz Carlos da Costa, Tarcísio Bernardino da Silva, Francisco Adriano Morais dos Santos, Lenilson de Oliveira Melo Silva, Diego Melo de Ferreira e França Pereira do Nascimento.

O trabalho de identificação tem contado com o apoio de familiares das vítimas e o empenho intenso dos profissionais do Itep, que também tem contado com o auxílio de uma equipe da Polícia Federal.

Fonte: nominuto.com

DE DENTRO DA UNIDADE PRISIONAL, LÍDERES DE FACÇÃO FAZEM NOVAS AMEAÇAS


TRIBUNA DO NORTE

É HOJE MISSA DE 01 ANO DE VIDA ETERNA DE DAS CHAGAS

CONVITE MISSA

A família do senhor FRANCISCO DAS CHAGAS BERNARDINO (filho de Manoel Ana) convida parentes e amigos para a missa de 01 ano de vida eterna, que será realizada, amanhã sábado, 21 de janeiro de 2017, às 19:00 horas na capela de São José operário no bairro Lagoa do Feijão.


Antecipadamente a família agradece a todos que comparecerem a este ato de fé e solidariedade cristã.

Vala com vários corpos carbonizados é encontrada em Alcaçuz, diz jornalista

A jornalista Eliana Cantanhêde, comentarista do canal Globo News, acabou de divulgar que foi encontrada neste momento uma grande vala no Presídio de Alcaçuz, com uma grande quantidade de corpos carbonizados.

Há pouco tempo atrás, chegaram Caçambas e um Trator na Unidade. Essa informação já teria chegado ao Palácio do Planalto e já estariam checando a sua veracidade. O Blog do BG está tentando entrar em contato com as autoridades locais para confirmação.
Fonte: Blog do BG

VÍDEO: Repórter do Fantástico entra no presídio de Alcaçuz; veja chamada do programa que será exibido amanhã domingo (22)

Carro é incendiado em Natal na madrugada deste sábado

Um veículo particular foi incendiado na madrugada deste sábado (21) na Zona Oeste de Natal, mesmo após o início da atuação das Forças Armadas na região Metropolitana da capital potiguar. Segundo a Polícia Militar, quatro homens teriam ateado fogo no carro. Ninguém foi preso.

Policiais do 9º Batalhão da PM disseram ao G1 que o grupo estava armado. O crime aconteceu por volta das 4h na rua Arco-Íris, no bairro de Felipe Camarão.

Ainda durante a madrugada, enquanto o veículo queimava, populares perceberam a ação e conseguiram apagar as chamas.
Por Robson Pires

MPRN faz recomendação a governador para retomada do controle das unidades prisionais

O Ministério Público do Rio Grande do Norte expediu recomendação ao governador do Estado para que “sejam tomadas todas as providências efetivas para retomar o controle das unidades prisionais do Estado do Rio Grande do Norte, adotando as medidas necessárias, inclusive mediante o uso de força policial que se faça necessária, na forma da lei”.

O documento assinado pelo procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis Lima, e mais sete promotores de Justiça determina “aos integrantes das forças de segurança estaduais que apreendam e entreguem à Polícia Civil, comunicando ao Ministério Público, armamentos, aparelhos celulares, substâncias explosivas, drogas e qualquer outro bem ilícito que esteja em posse dos detentos dentro dos estabelecimentos prisionais”.

Outra medida é a “retirada das vítimas de homicídio do Complexo de Alcaçuz, encaminhe ao ITEP e divulgue suas respectivas identificações”.

Além disso, “que solicite todo o apoio possível e em número necessário de forças federais, inclusive das Forças Armadas, de grupos especiais do DEPEN e da Força Nacional, para fazer cessar as rebeliões”.

Dentro deste ponto também “estabelecer protocolos e procedimentos de segurança, revistas e atuação, com treinamento operacional de pessoal; utilizar equipamentos eletrônicos de rastreamento de aparelhos de celular existentes nas unidades prisionais, como equipamentos de varredura; a realização de diagnóstico operacional para a reestruturação do sistema prisional do Estado do Rio Grande do Norte; e que determine aos agentes penitenciários do Rio Grande do Norte que se abstenham de confiar acesso diferenciado a locais e a informações, em unidades penitenciárias, a presos tidos como “de confiança”, reservando o trabalho dos internos a tarefas que não gerem risco ao sistema”.

O não acatamento desta recomendação resultará na adoção de medidas legais necessárias a fim de assegurar a sua implementação.
Por Anna Ruth

Segundo a Revista Época, trapalhada do Governo culminou em sete dias de rebelião no RN

Da Revista Época

Já fazia mais de 100 horas que, com escudos improvisados e rostos encobertos por camisetas, presos dominavam a penitenciária de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. Na manhã da quarta-feira, dia 18, o pátio da cadeia lembrava um campo de batalha medieval prestes a explodir. Criminosos da facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) ocupavam o lado esquerdo da arena. Separados por uma barricada de chapas de madeira, membros da organização potiguar Sindicato do Crime (SDC) estavam a postos à direita. Àquela altura, com o peso de 26 assassinatos desde o início da rebelião, o governo estadual se viu emparedado. Em desvantagem, decidiu negociar.

A missão foi encabeçada pela delegada Sheila Freitas, diretora da Polícia Civil na Grande Natal. Sheila é descrita em uma homenagem de parlamentares como “sinônimo de força e de muita determinação”, predicados úteis nas tratativas com a bandidagem. Segundo um integrante do alto escalão do governo, a negociação aconteceu na sede da polícia, no bairro Cidade Esperança, com José Claudio Cândido do Prado, o Doni Gil, um dos chefões da facção paulista no Rio Grande do Norte. O acordo foi registrado em ata. Na segunda-feira, dia 16, ele havia sido retirado do presídio com outros quatro do PCC para presídios federais. Foi Doni quem determinou os termos da rendição. Em troca de devolver a calmaria à cadeia, exigiu que o governo transferisse dali somente membros do SDC – no mundo do crime, mudar de “casa” é como ter a prisão decretada pela segunda vez. Sheila consentiu, e o pacto foi selado.

Ao determinar a remoção de 220 detentos de Alcaçuz, nenhum deles do PCC, o governador Robinson Faria (PSD) ignorou a recomendação do setor de inteligência prisional: a de retirar integrantes da facção paulista em vez dos membros da potiguar, por serem minoria – 500 diante de 1.000. “O que dissemos não foi levado em consideração”, afirmou Wallber Virgolino, secretário de Justiça e Cidadania, em entrevista a ÉPOCA. Num roteiro recorrente para autoridades da segurança pública, Faria negou com veemência qualquer tipo de acordo com o crime, assim como minimizou a divergência com Virgolino. Sheila negou-se a atender à reportagem por impossibilidade de agenda.

Desavenças em momentos de crise são sinais inequívocos de que a situação está fugindo do controle. A confusão entre as autoridades logo foi sentida fora do gabinete. Na mesma tarde do aval para a remoção dos presos, chefes do Sindicato do Crime emitiram um “salve”, como são chamadas as ordens, determinando que os ataques chegassem às ruas. Pela primeira vez desde o começo da crise na segurança pública – deflagrada em outubro passado, em decorrência de uma guerra entre PCC e a carioca Comando Vermelho (CV) –, a barbárie saiu das prisões.

A Grande Natal foi tomada por cenas de horror. A Polícia Militar registrou pelo menos 38 incêndios e ataques a ônibus, carros oficiais e prédios públicos. Amedrontada, boa parte dos turistas não saiu dos hotéis. Na manhã da quinta-feira, dia 19, a batalha campal se concretizou em Alcaçuz – e pôs fim ao frágil armistício costurado com o governo. Os presos se enfrentaram com barras de ferro, pedras e pedaços de pau e armas de fogo. A Polícia Militar afirmou que os detentos “estavam armados e se matando”. Sobrou até para o diretor do presídio, Ivo Freire, ferido por estilhaços. Houve mais mortes, mas o número não foi confirmado.

O levante em Alcaçuz começou na tarde de sábado, dia 14, logo depois do horário de visita. Segundo agentes penitenciários, presos do PCC derrubaram o muro que os separava da ala ocupada pelo SDC e partiram para a matança. Ciente do poder de fogo dos bandidos, o governo decidiu não invadir para evitar um novo Carandiru, o massacre ocorrido em São Paulo em 1992, com 111 mortes de presos confirmadas – e nenhum policial ferido. Na manhã da terça-feira, dia 17, o governador Faria disse que a situação no presídio estava “sob controle”, mas a rebelião continuou. O Ministério Público do Rio Grande do Norte investiga se carcereiros facilitaram a entrada de armas de fogo e coletes à prova de bala no presídio. O massacre, segundo o governo do estado, foi uma retaliação da facção paulista ao episódio ocorrido em Manaus em janeiro. Na ocasião, a organização Família do Norte (FND), aliada do CV, assassinou pelo menos 56 integrantes do PCC.

A inépcia do governo do Rio Grande do Norte ao longo da semana é consequência de um erro maior: ter deixado o caminho livre para que as facções se estabelecessem ali. Roraima, Amazonas, Santa Catarina, Ceará, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas e Paraíba (ler o quadro abaixo) compartilham da mesma inaptidão. Só neste ano, esses estados tiveram guerras em presídios com saldo de 136 assassinatos – quase um terço do total das mortes registradas em 2016. A ampla maioria com decapitações, para demonstrar poder.

No Rio Grande do Norte, o governo demorou pelo menos quatro anos para admitir a presença de uma organização criminosa no estado. Desde 2003, já se tinha notícia da influência da facção paulista na Grande Natal, segundo o livro Crime organizado e sistema prisional, do promotor paulista Roberto Porto. Na publicação, Porto cita que “integrantes do setor de inteligência da Polícia Militar de Natal localizaram, em março de 2004, na favela do Mosquito, em Natal, propaganda e inscrições da organização criminosa PCN”. Primeiro Comando de Natal é como o PCC era inicialmente conhecido ali.

A equipe de inteligência do sistema prisional do Rio Grande do Norte, entretanto, só identificou em 2007 os primeiros indícios de uma sucursal potiguar do PCC. Naquele ano, dois detentos – Alexandre Thiago da Costa Silva, o Xandinho, e Jackson Jussier Rocha Rodrigues, o Monstro, mais tarde morto em confronto com a polícia – foram enviados de Alcaçuz para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná. Lá, tiveram contato com integrantes do PCC. Aprenderam com os profissionais do crime. De volta ao Rio Grande do Norte, reproduziram os ensinamentos.

Confortável com a lacuna deixada pelo governo, o PCC se estabeleceu e cresceu. Um dos chefes da sucursal potiguar responsáveis pela rebelião da última semana, João Francisco dos Santos, o Dão, já havia dado uma demonstração de força no passado. Segundo documentos obtidos por ÉPOCA, em 2013 comandou dois motins. Em 2014, foi flagrado circulando desinibidamente com um celular na cadeia. Considerado um preso violento, Dão foi condenado pelo assassinato do radialista Francisco Gomes de Medeiros, em Caicó, no interior do estado.

A resposta à invasão de uma facção forasteira veio nos anos seguintes. Em março de 2013, criminosos que discordavam da “obediência cega” ao PCC, segundo uma promotora, criaram o SDC. Disputavam o controle do mercado de drogas dentro e fora dos presídios. Apesar da divergência, o SDC adotou práticas e estrutura quase idênticas às de seu rival – desde o estatuto, uma espécie de código de conduta do crime, ao organograma de funções.

O governador Robinson Faria veio a público na quinta-feira para dar uma resposta às trapalhadas ao longo da semana. No ponto mais agudo da crise, anunciou a entrada do Batalhão de Choque em Alcaçuz como medida imediata para conter a batalha medieval. Prometeu mais. Na entrevista ao canal de TV Globonews, disse ao vivo para o Brasil que, na manhã seguinte, daria início à construção de um muro para isolar grupos rivais. Parecia ter esquecido que a derrubada de um, dias antes, permitiu o massacre em Alcaçuz.
Por Heitor Gregório

Vídeo: Defensor Público do Estado cobra medidas para conter a crise


Imprensa nacional destaca que Robinson Faria quer Alcaçuz desativado

Reportagem publicada na Agência Brasil destaca a declaração do governador Robinson Faria de que a melhor alternativa seria desativar Alcaçuz.

A localização “turística”, segundo o governador, não deveria ter sido escolhida para a construção do presídio, inaugurado em 1998.

“Hoje tem que ser um novo presídio, até porque foi construído em cima de uma duna, foi um grande equívoco da época. Acho muito melhor fazer um deslocamento, hoje ali é uma área turística, tem muitas casas no entorno, tem lagoa, tem praia, é uma área que não cabe mais o presídio, tem que levar para uma área muito mais distante, isolada”.

Duas novas penitenciárias estão em construção no Rio Grande do Norte: uma em Ceará-Mirim (que tinha previsão de entrega no ano passado) e outra em Afonso Bezerra (anunciada em agosto de 2016), mas não há previsão a curto prazo para que as unidades sejam finalizadas.

“O terceiro [presídio] virá com o dinheiro que o presidente Temer enviou, do fundo penitenciário. Se tiver uma condição de que, com esses três novos presídios, nós pudermos apagar a história maldita de Alcaçuz, nós iremos acabar com Alcaçuz”.
Por Anna Ruth

Governador diz que quem negociou com presos traiu o governo e o povo do Rio Grande do Norte

Depois de dizer ontem em entrevista de 40 minutos, ao vivo, na Globonews, que demitirá qualquer auxiliar que tenha negociado com bandidos, como foi divulgado na imprensa, o governador Robinson Faria voltou a falar no assunto hoje, na TV Ponta Negra.
Robinson classificou de traidor, quem do Governo possa ter negociado com bandidos.
“Não podemos negociar com pessoas que traficam drogas, matam as pessoas, são criminosas. Se tiver ocorrido negociação de qualquer um do meu governo com facção criminosa, estará traindo o governador e o povo do Rio Grande do Norte”…
Pois…

Avaliando as palavras do governador e relembrando a nossa entrevista de ontem no Jornal da Noite, da 95FM, com a presidente do sindicato dos agentes penitenciários, Vilma Batista, o comando das ações do governo dentro do presídio tem sido do secretário de Segurança, Caio César…
Aliás…

Foi Caio que acompanhou ontem o governador durante entrevista à Globonews, quando, fazendo perguntas ao secretário, Robinson garantiu que a tropa da PM que iria entrar ontem no presídio não sairia mais.

Não foi o que aconteceu, não é o que está acontecendo.

Mas por que o secretário deu essa informação ao governador???
Fonte: Thaisa Galvão